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הפרוייקט של עידן רייכל – פרימיירת “בין קירות ביתי”.

Retransmito o convite do Marcos Chor Maio: “A música de Idan Raichel: um outro Oriente Médio” é o tema do debate com os cientistas sociais Peter Fry, Michel Gherman e Marcos Chor Maio. O evento ocorrerá no próximo dia 11 de novembro. Estilo rastafari, ex-DJ, o israelense Idan Raichel transita pelas ruas, bares, boates, festas do centro e da periferia da cosmopolita cidade de Tel-Aviv. No início do século XXI, ele convidou etíopes, iemenitas, catalãos, palestinos, sudaneses, caboverdianos, uruguaios, marroquinos para um encontro de culturas. Foi além, ao passar a circular pelo mundo. O Projeto Idan Raichel se apresentará no Canecão no dia 2 de dezembro, mas antes conversaremos sobre sua música encantadora, contagiante no Midrash Centro Cultural (segue convite em anexo). Deixo com vocês duas músicas do Projeto Idan Raichel. É só clicar!
1) http://www.youtube.com/watch?v=gO-5lobS_8c&NR=1
2) http://www.youtube.com/watch?v=Dl8KbKNn540 No caso da compra de ingressos para o show de Idan Raichel, clique no link abaixo. http://www.projetoidanraichelrio.com.br/

O que é do Estado

É o Estado brasileiro que precisa nos dizer aonde estão os 140 desaparecidos políticos. Essa é uma de suas dívidas do pós-1964.

http://www.youtube.com/confiancabrasil

Presente de amigo

Resultado do sorteio


Surpresas do mundo virtual. Encontrei esse vídeo navegando. O Azenha sorteou o livro do Cães de guarda (http://caesdeguarda-jornalistasecensores.blogspot.com/) aos seus seguidores internautas do Vi o Mundo (http://www.viomundo.com.br/)

Ler a sorte!

Leram a sorte da minha avó materna na Polônia, antes de embarcar para o Brasil. A cigana foi certeira e minha avó tinha pavor de cartomantes. Talvez pela proibição, eu sempre as adorei. Na década de 1980, era algo escondido. Uma amiga dava uma dica. Agora, vc passa pela rua Marques de Abrantes ou pelo Humaitá, e anúncios gigantescos avisam: “trago o seu amor em 3 dias”. E na internet então, milhões de sites “tiram” a sorte. Sei lá, gostava mais daquele mistério todo de antes. A clandestinidade tinha seu fetiche!

contos de fadas

Conto de fadas para mulheres do séc. 21:

  • Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz: – Você quer casar comigo? Ele respondeu: NÃO! E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela. O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.

FIM!!! (Luís Fernando Veríssimo)

 

  • Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã. Então, a rã pulou para o seu colo e disse: – Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre… E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava:

 - Nem fo….den…do! FIM!!! (Luís Fernando Veríssimo)

 

Maços

Caros amigos,

Dia 17/9, às 19h, no estande da Editora da UFF  (Setor Verde, Q31/R22 ), na Bienal do Livro, acontecerá o lançamento de Maços na gaveta: reflexões sobre Mídia.

O livro reúne análises sobre as Mídias e é composto por 15 artigos. Objetiva divulgar as inúmeras reflexões que não conseguem chegar ao público leitor. Por isto esse volume recebeu esse título.

 Fruto do circuito de trocas que o Seminário Temático “História e Comunicação”, que coordeno na Anpuh, proporcionou nestes cinco anos de existência. A reunião destes textos representa uma fração pequena, mas não diminuta, dos olhares diversos que o assunto permite.

 Esperamos você!

Aniversário

Aniversário

… vergonha!

Em 11/11/1970, foi editado o Decreto n° 69.534, que autorizava a edição de decretos secretos. A ditadura civil-militar acabou, mas esse como outros decretos, não foram revogados…

Carpe Diem !

Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou. Numa bola de fogo ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso. Fim.  

Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios. Como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor. Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses. Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada, o tesão que você sente pela ascensorista com ar triste. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado. Para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais. Fim.

Então, aproveite bem o seu dia. Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis. Não deixe nada para depois. Diga o que tem para dizer. Demonstre. Seja você mesmo. Não guarde lixo dentro de casa. Não cultive amarguras e sofrimentos. Prefira o sorriso. Dê risada de tudo, de si mesmo. Não adie alegrias nem contentamentos nem sabores bons. Seja feliz. Hoje. Amanhã é uma ilusão. Ontem é uma lembrança. No fundo, só existe o hoje.

[Por Adriano Silva | 04/06/2009 - Revista Exame].

Estou de volta!

Mural com frase do Padre Antonio Vieira, nas portas do Castelo de São Jorge, em Lisboa (maio de 2009).

Ribeira Grande

Minhas questões do momento, quem quiser enviar sugestões de livros, filmes, etc., agradeço.
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Revista Veja, 04/04/2001

 

Todo ano, 4 bilhões de dólares são movimentados no mercado de arte roubada. Nas últimas duas décadas, nenhuma outra forma de comércio ilegal cresceu tanto. O volume de negócios triplicou e já é o terceiro mercado negro que mais movimenta dinheiro no mundo – atrás somente do tráfico de armas e de drogas. Essa rápida expansão aconteceu graças à própria supervalorização das obras de arte, muitas vendidas por milhões de dólares em rápidos lances em leilões. Atualmente, a Interpol tem catalogadas mais de 15.000 itens de grande importância que estão desaparecidos. A empresa inglesa The Art Loss Register, especializada na caça de objetos de arte, tem em seus arquivos mais de 120.000 desaparecidos – incluindo pequenas peças como jóias, moedas, estatuetas, selos e cerâmicas – e recebe 1.200 novos itens por mês. O Brasil, por ora, está fora do circuito. “A parcela brasileira nesse mercado ilegal é insignificante”, diz Emanoel Araújo, diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Só uma pequena parte desse tesouro roubado é formada por quadros, mas são eles os responsáveis pelo glamour que envolve a arte de roubá-los. Hollywood transformou o roubo de pinturas no mais charmoso dos crimes.

   
Quadro: O Concerto
Autor: Vermeer
Valor estimado: 100 milhões de dólares
Roubado: 1990, em Boston
Quadro: Auto-retrato de 1630
Autor: Rembrandt
Valor estimado: 10 milhões de dólares
Roubado: 2000, em Estocolmo

No cinema, os requintados larápios usam uma parafernália tecnológica para invadir um museu famoso e sair com uma obra-prima debaixo do braço. A realidade é diferente. Os ladrões de arte são em geral bandidos comuns, sem sofisticação ou grande conhecimento sobre as obras que tentam surrupiar. “Na grande maioria, apesar de craques na arte de roubar uma tela, eles são péssimos na hora de negociá-la”, diz Julian Radcliffe, presidente do Art Loss Register. É justamente aí, segundo ele, que os criminosos caem nas mãos da polícia. Foi desse jeito que se desbaratou uma quadrilha que roubara o famosíssimo O Grito, de Edvard Munch, em 1994. Se sobrou habilidade para surrupiá-lo da Galeria Nacional de Oslo, na Noruega, faltou competência na hora de repassá-lo. O bando exigiu resgate e acabou preso quando tentava botar a mão no dinheiro. Muitas vezes, no entanto, o crime se aproxima da perfeição. No maior roubo de todos os tempos, dois homens saquearam o Museu Isabella Stewart Gardner, em Boston, há onze anos. A polícia americana jamais descobriu quem levou doze quadros avaliados em 300 milhões de dólares. Entre as obras desaparecidas estão O Concerto, de Vermeer, e Cristo na Tempestade no Mar da Galiléia, de Rembrandt, a única paisagem marinha pintada pelo artista holandês.

O FBI acredita que foi um roubo encomendado, já que é impossível alguém despejar dois quadros como esses de volta no mercado. De Vermeer, artista que viveu no século XVII, hoje só se conhecem cerca de quarenta obras, a grande maioria nas mãos de museus como o Louvre e o Metropolitan de Nova York. O valor de O Concerto é estimado em 100 milhões de dólares, se um dia fosse a leilão. Essa é uma distorção curiosa que virou regra número 1 dos bandidos: um quadro famoso não pode ser vendido sem ser reconhecido. Por isso, na hora de escolher entre um Van Gogh e uma tela de um pintor menos conhecido, o bom ladrão opta sempre pelo menos famoso, que será muito mais fácil de vender. O primeiro a descobrir essa regra foi o italiano Vincenzo Perugia. Em 1911, ele roubou nada menos que a Mona Lisa. Dois anos depois, foi preso ao tentar negociá-la.

 

  Divulgação/Galeria Uffizi
O GRITO
Roubado: 1994, na Noruega
Recuperado: 1994
Valor: 65 milhões de dólares
Autor: Edvard Munch
MONA LISA
Roubado: 1911, na França
Recuperado: 1913
Valor: inestimável
Autor: Leonardo da Vinci

“A maioria dos roubos acontece porque um quadro pode ser transformado com facilidade em dinheiro no mercado negro”, diz Radcliffe, que faz coro com a maior parte dos especialistas que não acreditam nas histórias de mansões de multimilionários em ilhas paradisíacas com paredes cheias de telas roubadas. Na verdade, os quadros são um método perfeito de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Um fator que ajuda os roubos é a diversidade das leis de cada país. Em muitos lugares, uma obra pode reaparecer no mercado, depois de determinado período, sem que seu antigo proprietário possa fazer nada. Na Holanda, que tem legislação branda, se um quadro ressurge depois de vinte anos, ele pode ser vendido normalmente. Assim, muitas obras demoram décadas para reaparecer. Em dezembro de 1999, uma tela de Paul Cézanne foi vendida normalmente em um leilão em Londres por 27 milhões de dólares, vinte anos após ter sido roubada de um colecionador particular.

Diante desse panorama desolador, quem mais sofre são os museus, que gastam fortunas com segurança. Para superar a era dos ultrapassados alarmes sonoros, muitos contam com dispositivos ultra-sônicos e sensores infravermelhos, que monitoram a temperatura ambiente dos salões. Nada disso adiantou quando, há três meses, bandidos armados com metralhadoras entraram no Museu Nacional de Estocolmo e levaram dois quadros de Auguste Renoir e um auto-retrato de Rembrandt, cada um estimado em 10 milhões de dólares. Longe dos roubos românticos recheados de equipamentos de última geração, a vida real parece bem menos fascinante.

 

Os mais roubados
(em número de peças desaparecidas)

Picasso 465
Miró 294
Chagall 275
Dalí 222
Renoir 164
Rembrandt 156
Fonte: The Art Loss Register

Salve Jorge!!!!

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Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:

- Qual é o critério pelo qual vocês  decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?

Respondeu o diretor:

- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não. 

   - Entendi – disse o visitante – uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher. 

  – Não – respondeu o diretor – uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?

 

 banheira
   

Dedicado a todos que escolheram o balde. 

A vida tem muito mais opções… E muitas das vezes são tão óbvias como o ralo, só falta enxergarmos….

Porque hoje é hoje again…

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Chag Pessach Sameach

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Aos meus amigos, judeus ou não, uma doce travessia.

Se tivesse júri popular no É Tudo Verdade, meu voto estava dado: “Corumbiara“, sobre o massacre indígena no sul de Rondônia, dirigido por Vincent Carelli.

Estupendo!

corumbiara

Roberto Carlos a 300 KM/H (1971)

O documentário “Cidadão Boilesen, que está no 14 É Tudo Verdade, é ok. Boas entrevistas, cumpre um papel de ser fiel aos fatos, mas escorrega no final por desconhecer pesquisas da historiografia recente. Nada grave.
Ruim mesmo é a música. Fora de lugar total, uma quebra de clima. Parece os ie-ie-ies ala Roberto Carlos. Tudo bem que “300 Km/h” também é de 1971, como o justiçamento de Boilesen. Mas são atmosferas opostas.

Estou numa fase

Facebook. Mas daqui a pouco eu volto…

Entrevista dada pelo médico Dráuzio Varella. Disse ele:

A gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida, queremos que absolutamente  tudo dê certo, e às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de  passar um dia inteiro de cara amarrada.

Dou um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida da gente…

É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem, ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping.

Em vez de simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.

Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor, e de outras, pior.

Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.

Será que nada dá errado pra eles?

Dá aos montes.

Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença.

O que não falta neste mundo é gente que se acha o último biscoito do pacote.

Que audácia contrariá-los!

São aqueles que nunca ouviram falar em saídas de emergência: Fincam o pé, compram briga e não deixam barato.

Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente. O mundo versus  eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos assim, rapidinho.

Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar  barato.

Eu ando deixando de graça…

Pra ser sincero vinte e quatro horas têm sido pouco pra tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda  mais tempo ficando mal-humorado.

Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem. Pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia.

Então eu uso a porta  do lado e vou tratar do que é importante de fato.

Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado.

Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não estrague o seu dia… Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia.

Lembre-se, o humor é contagiante, para o bem e para o mal. Sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria. 

A Porta do  lado pode ser uma boa entrada ou uma boa saída… Experimente!!!”

Dia 3 again

Dia 3 again

Lembranças da folia

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Vamos ver o carnaval passar…

… em Trindade!

 

Carnaval de pernas para o ar em 2009!

Carnaval de pernas para o ar em 2009!

Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta”.  

 (autor desconhecido)

Instigante “Ninho Vazio”

Dr Ernesto Artur – Cardiologista: Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente”.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias,

2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos,

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde,

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem,

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.,

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes,

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro,

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro (e ferro , enferruja!!. .rs),

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo,

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo,

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos,

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis. Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens,

OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos: Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo (direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes. Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram. Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo. Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ”ataque cardíaco” e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse, pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro. NÃO SE DEITE !!!!

Calar fundo

No início de O silêncio dos amantes, em cartaz no Teatro do Planetário, na Gávea, as imagens de A escola de bufões, que Moacyr Góes dirigiu há 18 anos, voltam a se repetir. Da caixa-cenário surgem os bufões, com seus movimentos contorcionistas, máscaras e fala ininteligível, reforçando a lembrança daquela que foi a montagem de marca de Góes. Estas semelhanças não são gratuitas, mas uma forma de retomar as inquietações e a linha de trabalho do diretor, há alguns anos afastado do teatro, e que intitula seu novo grupo, a Cia. Escola 2 Bufões. Ao enquadrar o espetáculo na ambientação da histórica montagem, o diretor, mesmo se utilizando de contos contemporâneos de Lya Luft, recorre a uma teatralidade referenciada no jogo grotesco do humano para evidenciar menos semelhanças e mais permanências.

Paródias do contrário

Cada um dos contos é introduzido por encenações da bufonaria, que dispõe dos dados numa jogatina dos acasos, anunciando a sina de personagens bafejados pela tragédia, a solidão e o abandono. Este contraponto, que pelos contrastes dramáticos projetaria outra percepção dos quatro monólogos, de certo modo estabelece apenas paralelismos, deixando a cada conto sua autonomia expressiva. Os bufões, como contra-regras da exposição das emoções, constroem seu teatro particular, talvez como paródias do contrário, mas que se destacam do corpo dos textos. As narrativas de Lya Luft condensam sentimentos declinantes, perdas e impossibilidades que tornam a existência dura e inexorável. O menino-anão, que aos 10 anos precisa se reconhecer para agigantar-se. A mulher que diz “Não saber é o que faz a vida possível”. Ou os pesadelos do homem com a memória da mãe, e de outra mãe, que diante do desaparecimento do filho, o reencontra pela afirmação do desejo da vida inteira do rapaz.

São flagrantes de sentimentos que os bufões antecipam com a manipulação da marionete da morte, com copos de plásticos que forram o piso da instabilidade, com o alçapão que se abre para a descoberta do corpo atrofiado. Augusto Garcia, Carla Rosa, Giselle Lima e Leon Góes interpretam seus monólogos na freqüência e ao ritmo dos sentimentos exacerbados do material literário, mas desviando-se de qualquer tom melodramático ou emotivamente piegas.

(JB ONLINE)

20:50 – 14/01/2009

 

Ilha Gde

Entre as Praias do Abraão e Preta, Ilha Grande, 30/01/2009 (by Bia)

Bonequinha Carajá By Marcelo

Bonequinha Carajá By Marcelo

Frejat – Amor Pra Recomeçar (Ensaio Multi Show)

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba ser sem desesperar.

*

Desejo também que tenha amigos,

Que mesmo maus e inconseqüentes,

Sejam corajosos e fiéis,

E que pelo menos num deles

Você possa confiar sem duvidar,

Porque a vida é assim.

*

Desejo ainda que você tenha inimigos.

Nem muitos, nem poucos,

Mas na medida exata para que, algumas vezes,

Você se interpele a respeito

De suas próprias certezas,

E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,

Para que você não se sinta demasiado seguro.       

*

Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.                            

E que nos maus momentos,

Quando não restar mais nada,

Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

*

Desejo ainda que você seja tolerante,

Não com os que erram pouco, porque isso é fácil

Mas com os que erram muito e irremediavelmente,

E que fazendo bom uso dessa tolerância,

Você sirva de exemplo aos outros.

*

Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais,

E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer.

E que sendo velho, não se dedique ao desespero.       

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e

É preciso deixar que eles escorram por entre nós.     

*

Desejo por sinal que você seja triste,

Não o ano todo, mas apenas um dia.                    

Mas que nesse dia descubra

Que o riso diário é bom,

O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

*

Desejo que você descubra,

Com o máximo de urgência,

Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,

Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

*

Desejo ainda que você afague um gato,

Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

*

Desejo também que você plante uma semente,

Por mais minúscula que seja,

E acompanhe o seu crescimento,

Para que você saiba de quantas

Muitas vidas é feita uma árvore.

*

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,

Porque é preciso ser prático.

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele

Na sua frente e diga “Isso é meu”,

Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.    

*

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,

Por ele e por você,

Mas que se morrer, você possa chorar,

Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

*

Desejo por fim que você tenha um bom parceiro(a)

E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,

Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

Não tenho mais nada a lhe desejar “

                                                      

*

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