“Chanucá contém uma mensagem universal para todos os povos de todas as fés – uma mensagem de liberdade, da vitória do bem sobre o mal, da luz sobre as trevas.
´Se eu for somente por mim, o que sou eu?´
É a primeira noite de Chanucá e uma única chama brilha noite adentro no lado direito da menorá. Uma chama? Não são duas? Duas? Ah, você está falando do shamash? Ele não conta.
Noite após noite, o shamash cumpre fielmente sua tarefa de acender as luzes. A cada noite, ele dá as boas vindas à recém-chegada e a coloca em seu lugar de direito, na fileira crescente: duas chamas, três chamas, quatro chamas…
O shamash as induz à vida e, então, fica de guarda, temendo que alguma vacile e precise de um novo impulso de luz. Mesmo assim, o shamash não conta. Embora seja um doador de luz para os outros, nunca atinge o status de uma luz de Chanucá em si mesmo.
Apesar – na verdade, por causa disso – o shamash eleva-se sobre todas as outras luzes da chanuquiá. Priva-se de seu próprio potencial de iluminação para despertar uma chama nos outros – não há virtude maior que essa. E é dessa luz que o mundo precisa”.
Chanucá
01/12/2010 por B.

